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Wednesday, December 14, 2011

Beacon Theater

"For men sex is such a constant thing. It's not even sex to us, it's just pussy. That's what we call it. Pussy. It has nothing to do with women. It's not about girls or chicks, like it was in the fifty's. There's no guys anywhere in the world saying "let's go meets some chicks. Kiss them on the mouth and see what happens." There's none of that. "Hmm. I sure would like to have my arm around a girl". It's just... pussy. It's not even A pussy. It's not some people's pussys. It's just pussy. Like big pink ballon letter's in front of our face's all the time. To men it's just an element of the universe. Like, it should be on the chart of the elements. Next to tin and ammoniac. PY. With an atomic weight of twelve. Or whatever pussy atoms weigh."

- Louis CK no espectáculo "Live at Beacon Theater"

Tuesday, December 06, 2011

Wednesday, November 23, 2011

Like, Totally

‎"But. Anyway. Now, i meant to talk about something else, earlier on. And i forgot what it was. I've remember what it is again, but i also forgotten. And that's really... what adulthood is like most of the time. You know you spend a lot of time walking back to the room to get the thing that you left the room so that you would go and use it somewhere else and on your way back to the room to get the thing you forget not only what it is but what room it was in..." - Dylan Moran  no espectáculo "Like, Totally" (2004)

Friday, September 09, 2011

Avós do Operário

A sala é mítica.
Os comediantes são parvos.
A noite vai ser divertida.

E já agora, é hoje.

Friday, August 19, 2011

Fringe

Aos católicos dizem-lhes que quando morrerem - e depois de se portarem bem, claro - que vão para o paraíso, um sítio onde toda a família deles que já morreu lá está à espera, de braços abertos.

Aos muçulmanos dizem-lhes que quando morrem - e depois de se portarem mal, claro - que vão para o paraíso, um sítio onde todas as virgens que eles quiserem lá estão à espera, de pernas abertas.

Aos comediantes não dizem nada sobre o momento em que eles morrem. Mas eles também têm um paraíso. Chama-se Fringe, dura todo o mês de Agosto, é em Edimburgo e tem milhares de espectáculos de comédia à espera deles, de portas abertas.

Este ano eu fui. Não bebi uma cerveja aqui. Não vi um filme no cinema ali. Escrevi que me matei por - e para - todo o lado e lá fui eu gastar o dinheiro poupado na Escócia. E valeu cada pence.

Com 1400 espectáculos diários não se pode dizer que "não se sabe bem o que se vai fazer hoje". Sabe-se. Só não se tem a certeza de onde e ver quem, na verdade. Há demasiados tipos de espectáculos, em demasiados sítios diferentes. Edimburgo é pequena e rebenta pelas costuras de pessoas, eventos e mini-saias vestidas por Inglesas durante Agosto. Há dezenas de pessoas a forçarem-nos panfletos para a mão, a convencerem-nos de espectáculos que vamos perder e não devíamos. Escadarias e paredes perdem a cor original de tão tapadas que estão de posteres e cartazes. E depois há as salas. Eu vi espectáculos em salas de conferências para 600 pessoas, bares para 80, salas de aula para 60, caves para 30, arrecadações para 15 e o interior de uma ponte para 100. Mesmo.

Edimburgo é uma espécie de orgia constante. A qualquer momento uma pessoa pode entrar num bar ou abrir uma porta e estar dentro de um espectáculo de comédia, música, magia, teatro ou dança. Há de tudo. Em, literalmente, todo o lado. Gosto de pensar que estive em Edimburgo a ver espectáculos e que pelo meio tive de ir parando para comer, apanhar chuva e beber copos em discotecas repletas de pessoas que precisavam de estar dentro de discotecas. Quando eu digo que há espectáculos por todo o lado, podem ser marinheiros a dançar Riverdance, bêbados, ou inglesas a dançarem só de sutiã vestido. Acontece quando os britânicos bebem demais. Nós agradecemos.

Estive por lá 4 dias, de Domingo a Quinta, e tinha como objectivo comer, dormir e ver stand-up comedy. Consegui. Mesmo que não quisesse ir ser difícil. Há espectáculos de 16 libras a 0. Sim, 0. O espectador entra na sala, vê o espectáculo e no fim decide se quer dar umas moedas ao artista ou sair da sala envergonhado e viver com a culpa para sempre. Acho que ainda não disse isto mas... há de tudo.

Vi espectáculos caros de grandes estrelas. Vi artistas que nunca tinha ouvido falar. Vi stand-up grátis que adorei. Vi magia, mímica cómica, música e críticas a notícias. Até vi um evento privado no qual apenas se entrava de palavra passe. Basicamente, aproximei-me de uma porta e tive de dizer a um jovem - que não desfez até ao momento final - "i promise i will not have a boner". E ele deixou-me entrar. Deixo o mistério se depois tive ou não.

O ambiente é óptimo e respira-se boa onda e comédia entre cada golo de pint. Fiquem sabendo que maior parte dos artistas espera no final do espectáculo à porta da sala, para agradecer e apertar a mão aos espectadores. Conheci o Dave Gorman, que me assinou um dvd e me disse que "Guilherme" não era assim tão difícil de dizer, e o Tom Green. Sim, o americano. Que passou pelo meu grupo e perguntou - de forma estranha e 4 vezes seguidas - "Are you cool? Everything ok?". Foi estranho. Mas era o Tom Green.

Espero que a lista de artistas, aqui por ordem cronológica, diga tudo:
- Caroline Maybe's One Minute Silence
- Markus Birdman Dreaming
- Stand Up Late
- Dan Willis RadioHead
- Dan Willis Inspired
- The Boy With Tape on His Face
- AAA Stand-up Late
- Todd Barry: American Hot
- Sammy J and Randy: Ricketts Lane
- Ed Byrne: Crowd Pleaser
- Midnight Laughzzzz
- Jimmy McGhie: Artificial Intelligence
- The Free Daily Topical Show
- Dave Gorman's Power Point Presentation
- Barry & Stuart: the Show
- Barry & Sturat: the Tell
- Sammy J: private event recording

...e em 90 horas de festival.
Uns foram maravilhosos. Outros bons. Outros surpreendentes. Alguns... interessantes.
Mas nenhum me tirou a vontade de, para o ano, morrer outra vez e ressuscitar uns dias depois.

Sei que tenho um paraíso à espera.

Thursday, July 07, 2011

Troika Alive

Amanhã, pelas 22 horas, eu, o João Cunha e o Carlos Moura iremos fazer rir quem estiver dentro do Auditório da Biblioteca Orlando Ribeiro, em Telheiras.

Para quem não sabe onde é: estão a ver o Alive? Nada a ver.
É aqui. E qualquer evento de comédia que aconteça nas imediações de um edifício chamado "Chupetas e Biberons Creche, LDA", toda a gente sabe que tem tudo para funcionar. Por isso apareçam.

Vou experimentar coisas novas, o que só por si, pode resultar numa bela homenagem à Amy Whinehouse.
Não na qualidade musical. Mas no degredo.

É às 22 horas.

Friday, June 17, 2011

"Dá-me Riso"

A convite do António Raminhos, amigo e colega de luta cómica, vou participar neste espectáculo amanhã, dia 18.

O objectivo é simples: juntar malta cómica para fazer uma boa acção e actuar por solidariedade. Ou fazer rir. Mas podem ser os dois.
Assim sendo, estarão na Escola Secundária Passos Manuel pelas 21.30h o António Raminhos, o Luis Filipe Borges, o Luís Franco Bastos, o Pedro Fernandes, o Pedro Miguel Ribeiro, o Gustavo Vieira, o Alexandre Ovídio e a Rita Mendes. Todos vamos fingir que somos boas pessoas e tentar garantir um lugar de estacionamento no céu.

Apareçam que vai valer a pena.
Aqui fica a página do Facebook.
E o mapa para chegarem ao local.
Cuidado com os Mega Pic-Nics.

Sunday, May 29, 2011

Making People Laugh

Para pessoas que gostem de stand-up, de comédia ou de coisas bem feitas em geral, "Making People Laugh", o último espectáculo do Jimmy Carr, devia estar para vocês como o tempo de antena para as eleições.
Obrigatório e hilariante.

O homem faz piadas rápidas e simples. Portáteis e descartáveis. O espectador está a digerir uma e já lhe estão a enfiar outra pela goela a abaixo. É bruto, rápido e gere o ritmo como poucos comediantes que eu tenha visto até hoje.
Mas o melhor de tudo, é a capacidade de improvisar com o público. São muitas actuações a virar frangos. E talento, claro.

Não acreditam em mim, vejam por vocês.
Este clip e todo o espectáculo.

Tuesday, May 10, 2011

Friday, May 06, 2011

Coisas que eu quero para os anos #9

Já só faltam 9 dias para o meu aniversário.

O benemérito que comprar esta prenda, que o faça tendo em atenção o seguinte:
- Estarei em Londres (em princípio) de 9 a 13 de Junho. Obrigado.
(Nada de coxias e lugares atrás de colunas. Quero na plateia, se faz favor.)

Esta prenda podem-ma comprar aqui.

Monday, February 28, 2011

E eu que até gosto dos Oscares...

Perdoem-me.
Mas uma cerimónia em que a introdução é um cliché de um cliché.
Em que os apresentadores davam ar de querer estar no sofá, em casa.
E onde a Celine Dion canta... é uma má cerimónia.

A organização do evento esteve durante semanas a publicitar que queria apelar a um público mais jovem. Que queria um público mais actual. Aquele que "gasta dinheiro", sabem? E por isso, escolheram dois actores saídos da puberdade - calma, lembrem-se que o Kirk Souglas subiu a palco. É por comparação. - provando mais uma vez que há um problema grave de apresentação nos Óscares.

Durante anos foram comediantes a apresentar. Nunca houve problemas.
Há uns anos tiveram o Jon Stewart. Parecia o Bob Hope dos nossos dias. Foi espectacular. Não o chamaram outra vez.
Depois puseram o Hugh Jackman. Dançou, cantou, deixou as velhas guardas dos Oscares com ponta. Mas cansou a população mundial que não tinha acções do evento e as audiências sofreram.
No ano seguinte, puxaram pelo lado cómico-vintage do evento. Alec Baldwin e um ressuscitado Steve Martin disseram piadolas a gozarem um com o outro. Um "bro hosting" para velhotes de cabelo branco. As audiências continuaram a sofrer.

Este ano optaram por chamar a Anne Hathaway e o James Franco para apresentar. Ops. O James Franco quis ser de facto "jovem" e fumou coisas de "jovens" e a Anne Hathaway só se ria como uma pita que entra no mesmo elevador do cast do "Twilight". No que toca à execrável, lenta e desconfortável apresentação houve dois momentos que serviram de atestado de incompetência: um velho de 736 anos chamado Kirk Douglas e o Billy Cristal estiveram 5 minutos cada um em palco e fizeram o público rir-se mais do que os apresentadores durante toda a sua carreira. O momento de revista portuguesa em que o Franco aparece vestido de mulher é a metáfora mais acertada da noite.

Nem no ano da greve dos argumentistas - que contou com um guião de evento escrito em cima do joelho a 4 horas de chegarem as limusinas - a coisa foi tão insossa. É que mesmo os apresentadores sabiam que iam rematar ao lado. Estarem semanas antes do evento a dizer em todas as entrevistas que "não somos comediantes, somos actores" devia ter sido traduzido como "nós não vos vamos fazer rir, só fomos pagos para estar lá".

É muito complicado apelar a todo o público do Óscares. Eu sei. Mas se por um lado há uma grande fatia de judeus ricos e conservadores, do outro há a comunidade que paga bilhetes no cinema, que é jovem, inteligente e fã de boa comédia. Que sentido faz terem o Billy Cristal a apresentar apenas um prémio e dois apresentadores perdidos, desconfortáveis e arrependidos o tempo todo? Chamem o Gervais. Chamem o Jon Stewart. Bolas, chamem o Kevin Spacey.

A escolha destes dois para apresentar era sempre uma merda. Até resultar.
Como não resultou. É só uma merda.

A única coisa que me surpreendeu foi o "Oscar de melhor filme".
A organização fartou-se de dizer que queria apelar ao público jovem - e até teve a coragem de mostrar imagens do "Twilight" em plenos Óscares. O mundo árabe revoluciona-se e fá-lo sempre através do Facebook. O Zuckerberg é brilhantemente imitado em ecrã e é mais judeu que toda a produção dos Óscares no dia de Hanukkah. Tudo fazia indicar que o lobby do "eu gosto" iria fazer história. Mas eis que entra um rei gago e me fode as apostas. Eu adorei o "Discurso do Rei". É um filme que merece tanto prémios como ser visto. Mas também é um filme que podia ter saído tanto este ano como em 2014. Inexplicavelmente o filme sobre o site de internet mais importante e marcante da década - em termos económicos, políticos e sociais - recebe um "maybe attending" que se lixa.

Os prémios até foram justos.
A apresentação foi má ao ponto de me fazer desejar que a Barbara Guimarães aparecesse e salvasse a noite.

Aos Óscares 2011 digo: não fosse a Mila Kunis e a aparição do Delorean, eu queria ter fumado o que o James Franco fumou.

Acabo deixando aqui as parvoíces que fui dizendo ao longo do evento no Facebook.
Foram escritas de madrugada. Com sono. E irritado porque o "Inception" não estava a ganhar nada.
Mas percam tempo a lê-las. Vão rir-se mais do que com todo o texto dos apresentadores.

"O True Grit é definitivamente o mais fraquinho dos "grandes". E o Braga, vá."


"A julgar pela cor dos dentes do James Franco, ele cortou o braço foi à dentada."


"Não deviam interromper os discursos longos com uma orquestra. Deviam fazê-lo com uma arma."


"Se a Celine Dion cantar alguma coisa hoje, eu corto um braço."


"Já ouvi um "Fuck" nos Óscares. Já posso morrer."


"Se alguém se cruzar com a Mila Kunis, digam-lhe que "96 885 38 ..."."


"Para se estar nomeado para "Melhor Actor Secundário" é preciso parecer que se tem um problema de drogas. É isso?"


"Ao Bale não deviam dar uma estatueta. Um director de fotografia para espancar é mais a cara dele."


"Ok. Esqueçam tudo o que eu disse até agora. Se se cruzarem com a Scarlett digam-lhe que "96 885 38 ..."."


"Não sabia que estava a assistir a um exame de matemática do 9º ano. Cábulas?"


"Olha. A música que os Black Eyed Peas foderam à bruta."


"Eu ainda sou do tempo em que quando se apostava em curtas com putos cancerígenos, se acertava."


"Foi o Bansky que pintou a cara à Oprah?"


"O meu mac está com "14%" de bateria. Já é alguma coisa que tem em comum com o James Franco."


"Nota-se mesmo que a Jennifer Hudson foi ver o "127 Horas" e que aquilo lhe deu a volta ao estômago."


"James Franco, dá-te por sortudo de não haver controlo anti-dopping nos Oscares."


"Vê-se mesmo que é a TVI... isto está a acabar com putos a cantar."


"Amanhã não se esqueçam de avisar toda a gente: os links que disserem "os melhores momentos da cerimonia" são vírus."






Até 2012.

Wednesday, January 12, 2011

"Salvador Martinha está numa relação a solo"

Um conselho de amigo.
De amigo e para um amigo.
Vão ver isto, amigos.

As informações todas que importam estão no poster.
As piadas no espectáculo.

Wednesday, September 29, 2010

"Roast" de despedida

Fui convidado para ser agenciado pelas Produções Fictícias.
Aceitei - ainda com uma erecção nas calças.

Mas entre muitas e variadas coisas boas que isso implica, também há algumas más.
A principal é ter de abandonar a Bang Produções que tão bem me tratou durante largas actuações.

Assim sendo, esta quinta-feira será a minha última actuação representado por eles.
Será no Laboratório da Comédia, no Bar o Século na rua do Século... mas não será um noite de comédia normal.

Como é que os comediantes se despedem uns dos outros?
Gozando, violentamente, na cara uns dos outros. Por isso, a minha despedida da Bang será um "Roast" à minha pessoa.

Quem não está familiarizado com o conceito, eu troco por míudos.
Cinco humoristas da Bang vão, durante uma hora, atacar-me com as piadas mais violentas e desconfortáveis que se lembrarem e tiverem talento para escrever sobre mim. Depois no final da noite, eu vingo-me um a um, fazendo-os necessitar de terapia, e ficarem sem saudades nenhumas de mim.

Vai ser respeitoso? Não.
Vai ser uma despedida gloriosa? Não.
Vai ser um chavascal de insulto fácil e divertido? Vai.
Mas foi a despedida que eu pedi.

Se me quiserem ver ser insultado durante uma hora, apareçam.
Às 22h desta quinta-feira.
Vai ser uma noite especial.

- Fiquem com um pequeno exemplo do que se passará na quinta-feira:
Roast da White Cummings ao David Hasselhoff.

Sunday, August 01, 2010

Vox Pop (São Luiz Edition v2)

No último dia de "Caça Ao Cómico" no São Luiz entrevistei novamente os vencedores das três noites anteriores, mas agora num registo ligeiramente mais sério. Mas só ligeiramente.

Tenho de dizer que adorei fazer isto.
Quanto mais revejo o vídeo menos gosto do que fiz, mas tenho espaço de manobra para conseguir fazer isto de forma mais profissional, com mais piada e com mais qualidade.

O tipo de stand-up que faço, onde constantemente falo com o público e brinco com as respostas, ajudaram. Sinto-me bem a treinar a velocidade de resposta, o raciocínio imediato e acho que se aprender a dominar os "timings" de uma entrevista, posso fazer isto bem melhor.

A seu tempo...

Friday, July 09, 2010

"Caça ao Cómico" ao vivo

Nos dia 9, 10, 16 e 17 de Julho o programa "Caça Ao Cómico", que escrevo no canal Q, vai dar o salto para o jardim de Inverno no São Luiz.

Vão ser 4 datas, 18 comediantes a estrear, 2 antigos vencedores, 3 sketch's e 1 Rui Unas como apresentador, tudo misturado num espectáculo escrito por mim e pela grande Joana Marques.

Passem por lá.
Os bilhetes são 7 euros;
A diversão é impagável;
A desculpa pode ser "porque não arranjei bilhete para o Alive" que nós não nos importamos.

Têm todas as informações aqui.
Vinde. É às 23.30h.

Thursday, July 08, 2010

Laboratório de Comédia #7

Chega.
Parem de falar do Alive.

Hoje não é "dia de Alive". Hoje é dia de "Laboratório da Comédia" no bar o século, na rua do século.

O "Alive" é para groupies, drogados e meninos.
O "Laboratório da Comédia" é para gajas boas, comediantes e, pronto... renegados do Alive.

Temos estreantes, veteranos, gente bonita, gente assim-assim e ainda... eu, como apresentador.

Apareçam, sim?
Às 23 horas.

Tuesday, July 06, 2010

Thursday, June 03, 2010

Laboratório de Comédia #6


Hoje há mais laboratório no bar O Século, na rua do Século, junto ao Bairro Alto.

Pelas 23h, 4 comediantes vão subir a palco e fazer rir.

E eu o que vou lá fazer?

a) Apresentar
b) Chafurdar no maravilhoso mundo da "vergonha alheia"
c) Beber imperiais e atingir um magistral 2.0 de alcoolémia
d) Fazer marketing de guerrilha ao Salão Erótico (pode envolver nudez)
e) começar com a c), passar pela d), acabar na b), intervalando tudo com a a)

Apareçam por lá para saberem a resposta.

gui

Saturday, May 01, 2010

Stand-Up na Maria

Hoje à noite há comédia no Atelier MariaLisboa, no Chiado.

A Bang Produções organizou uma noite com Paulo Oliveira, Bruno Gomes, Joana Gama e eu.


Começa com actuação e no final terá tertúlia.

O que quer isso dizer? Que se forem assistir, podem perguntar o que quiserem aos comediantes em palco.


Eu juro que respondo a tudo.

Com ou sem a verdade.


Venham.

Thursday, April 29, 2010

Laboratório de Comédia #5


Mais um laboratório, mais uma voltinha.

Hoje à noite, pelas 22.30h, volto ao Bar o Século, na rua do Século, para intercalar comediantes novatos e semi-novatos.

Passem por lá, parece que é para rir.

E parece que são só 3 euros.

E parece que vocês não têm nada melhor para fazer.

gui